Planejamento e prioridades institucionais
Construção ou revisão de estratégias, objetivos, OKRs, roadmaps, iniciativas e portfólios com participação das áreas responsáveis.
O Coletivo Ação desenha e conduz jornadas colaborativas para ajudar gestores, equipes e áreas envolvidas a compreender desafios, pactuar prioridades e transformar contribuições diversas em decisões e próximos passos registrados.
Planejamento, políticas e serviços, articulação entre áreas, processos e desenvolvimento de equipes
Gestores, servidores, áreas técnicas e demais atores envolvidos no desafio
Presencial, híbrido ou online
Agendas personalizadas de um a vários dias
Desafios públicos frequentemente atravessam áreas, níveis de responsabilidade e conhecimentos técnicos distintos. Reunir essas perspectivas é essencial, mas a participação precisa de propósito, preparação e método para produzir uma decisão útil.
A facilitação organiza esse processo sem substituir competências institucionais nem decidir pelo órgão. Seu papel é criar condições para que as pessoas compreendam o desafio, tornem critérios mais claros, construam acordos e registrem os próximos passos necessários à continuidade.
O objetivo é transformar conhecimentos dispersos em compreensão compartilhada e capacidade de ação institucional.
Construção ou revisão de estratégias, objetivos, OKRs, roadmaps, iniciativas e portfólios com participação das áreas responsáveis.
Jornadas para compreender necessidades, reunir conhecimentos técnicos, construir visão compartilhada e planejar soluções ou entregas.
Processos de pactuação para explicitar papéis, dependências, critérios, responsabilidades e decisões entre diferentes unidades.
Revisão colaborativa de estruturas, fluxos, etapas e formas de atuação, considerando capacidade institucional, qualidade e continuidade.
Experiências para construir acordos e fortalecer relações, comunicação, colaboração, autonomia responsável e clareza de papéis.
Processos para compreender causas, gerar alternativas, priorizar caminhos e construir planos de ação compartilhados.
Compreensão do contexto, dos objetivos públicos, das pessoas envolvidas e do resultado institucional esperado.
Desenho da agenda com lideranças e áreas responsáveis, incluindo entrevistas, pesquisas, levantamentos ou atividades assíncronas quando necessário.
Práticas participativas e inteligência coletiva para organizar contribuições, manter foco e apoiar a construção de decisões pelo grupo.
Organização de entendimentos, decisões, responsabilidades e próximos passos, preservando aprendizados úteis para a instituição.
O desenho considera o objetivo, os repertórios das pessoas participantes, as responsabilidades institucionais e as condições de participação. Formato, linguagem, atividades e materiais são definidos a partir dessas características.
A preparação também permite identificar necessidades de acessibilidade, disponibilidade, participação síncrona ou assíncrona e formas adequadas de registro. As condições aplicáveis são acordadas antes da execução.
As abordagens são escolhidas pela contribuição que podem oferecer ao processo, não pela adoção de um método como fim em si mesmo.
Strategic Inception, OKRs, roadmaps, Business Model Canvas e Value Proposition Canvas.
Design Thinking, Design Sprint, Lean Inception, Product Backlog Building, Story Mapping, prototipação, testes de usabilidade e entrevistas.
Lean Thinking, práticas Ágeis e Event Storming.
Estruturas Libertadoras, Facilitação Visual e Inteligência Coletiva.
Facilitação online de uma Lean Inception para promover alinhamento entre diferentes áreas envolvidas na concepção de uma solução.
Strategic Inception com aproximadamente 50 participantes para a construção colaborativa da estratégia organizacional.
Em processos de planejamento, pactuação, construção ou melhoria de políticas e serviços, articulação entre áreas, resolução de problemas e decisões que exigem participação organizada.
O diagnóstico considera objetivo, missão, participantes, responsabilidades e restrições relevantes. A agenda e as técnicas são definidas a partir desse enquadramento.
Não. O Coletivo Ação desenha e conduz o processo, mas as decisões permanecem com as autoridades, equipes e instâncias responsáveis.
Isso depende do objetivo. A jornada pode gerar registros visuais, entendimentos consolidados, acordos, prioridades, planos e próximos passos. Os produtos aplicáveis são detalhados no desenho da solução.
As necessidades são identificadas durante a preparação e consideradas na definição de formato, linguagem, atividades, materiais e recursos. As condições específicas constam no escopo acordado.
A facilitação pode ser presencial, híbrida ou online, com agendas personalizadas de um a vários dias.
O desafio público, o resultado esperado, as pessoas participantes, o formato desejado, as condições de acessibilidade, o prazo e os produtos necessários ajudam a estruturar a conversa inicial.
Não. O Coletivo Ação pode fornecer informações técnicas e comerciais sobre a solução. A definição do rito, da modalidade e do enquadramento compete ao órgão conforme suas regras e orientações internas.
Compartilhe o desafio público, as pessoas envolvidas, o resultado esperado e as condições já identificadas. A conversa inicial ajuda a avaliar a aderência da facilitação e a reunir informações para o planejamento da demanda.